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Páginas soltas...

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14
Mai20

Viro-me para ti, volto-me para mim e para nós...

gaivotazul

Quando a noite cai e tudo em volta se aquieta, viro-me para ti.

Mesmo sem falar, conversamos noite fora. Olhos nos olhos, mão na mão.

Contigo o meu sorriso é uma constante. Quanto mais a noite avança, mais ele ilumina a escuridão, como as estrelas que lá em cima olham por nós.

 

Quando a noite cai e tudo em volta se aquieta, volto-me para mim.

Alimento os meus sonhos. Dou-lhes asas, céus por rasgar. Dou-lhes pés e estradas por desbravar.

Não há impossíveis. Tudo se torna presente. Uma realidade sentida no corpo, e na alma.

 

Quando a noite cai e tudo em volta se aquieta, viro-me para nós.

E então, é um turbilhão de emoções que preenche a noite e só se finda com a luz da manhã.

Sonhos e ilusões, esperanças e deceções, egos que se defrontam.

 

Mas o sonho sempre vence. A esperança reclama o seu lugar. Os egos encontram justificação para as ilusões e deceções. Voltam a acreditar com renovada intensidade a cada nova manhã. E assim, quando a noite cai e tudo em volta se aquieta, viro-me para ti, volto-me para mim e para nós...

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