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Páginas soltas...

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06
Jul18

São cinco da manhã...

gaivotazul

Cinco da manhã.

São cinco da manhã.

Não dormes nem deixas dormir.

Em mim a frustração crescente que aumenta a irritação que assume uma intensidade difícil de conter. Difícil de gerir.

Não sei lidar com as tuas ansiedades. Não sei lidar com as tuas angústias que passam do desespero à agressividade no espaço de segundos.

O teu choramingar constante por nenhuma razão tangível para mim e a teu ver por todas as razões.

 

São cinco da manhã. 

O que tu fazes mexe comigo e o que eu não faço também.

Sendo raiva um termo muito forte, é grande a minha zanga.

Estou zangada porque não compreendo e porque a cada minha incompreensão aumenta esta minha frustração.

Onde foi que falhei? Onde é que continuo a errar?

Somos como dois pedaços de madeira que flutuam em direções opostas. Como pode um mesmo rio ter duas correntes contrárias?

Sao cinco da manhã...

Desculpa se não faço sentido.

Estou apenas tão cansada como tu.

 

 

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