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Páginas soltas...

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20
Jun18

Banco de pedra...

gaivotazul

Diz-me.

Por que é que no meio de tantos outros bancos - reclinados, com encosto, de madeira - és tu, banco de pedra, o único em que me quero sentar?

Diz-me, por que é que na tua pedra fria sinto calor?

Por que é que na tua pedra dura sinto conforto? 

Por que é que na tua pedra sóbria me sinto inebriada? 

Diz-me...

 

Na tua pedra me sento. Pernas cruzadas sobre a mesma. 

Contemplo com tempo o espaço em volta e ouço as histórias nela gravadas. Histórias que nem a erosão  apaga. 

 

Não mais estou na cidade. Em ti desaparece a poluição sonora e o ruído das luzes. 

 

Quente, confortável, inebriada... estou num banco. Num banco de pedra.

 

 

 

 

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