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Páginas soltas...

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20
Nov18

Pela música. Sempre pela música!

gaivotazul

Por onde começar?
Pela música. Sempre pela música.
Percorro as pilhas de CDs mais ou menos organizados por categorias, numa lógica que a muitos pode parecer arbitrária mas que a ti te faz sentido. Coletâneas, Grandes êxitos, bandas intemporais, em inglês, música brasileira, música portuguesa. Detenho-me nesta última. Tenho uma noção do que quero ouvir. Há uma música que chama por mim.
Ligo o leitor de CDs e o amplificador a ele ligado. Pressiono o botão eject que desliza suavemente para fora. Seguro a capa de plástico nas mãos. Dentro dela um tesouro que talvez merecesse melhor guardião de que a capa em que se encontra. Com cuidado retiro o CD e coloco-o no compartimento que volta a deslizar para dentro. Carrego no play, ajeito o volume e desfruto de todos os acordes.
As notas enchem o compartimento em que me encontro. Fluem para os compartimentos adjacentes.
Corro os estores, abro as janelas, deixo que a música se propague e toque quem a queira escutar.
Canto. Não todas as melodias mas grande parte. Sinto as suas letras como minhas. Por vezes penso que os compositores são "ladrões de emoções" entram nos nossos sonhos e colocam em palavras e sons os nossos pensamentos mais íntimos e as nossas vivências. Surpreendem-me de todas as vezes que o fazem.

19
Nov18

Até que os risos me tragam de volta...

gaivotazul

No banco de trás duas vozes distintas e enérgicas contrastam com a aparente apatia que neste banco da frente se instalou.
Riem, atropelam-se, discutem e tornam a rir de algo que só eles entendem.

No lugar da frente, o silêncio e o atropelo das ideias e dos pensamentos desorganizados. Não rio, tampouco sorrio.
Gostava de poder trocar de lugar. Sentar-me no banco de trás e rir porque sim. Discutir e dizer as mais absurdas das frases e tornar a rir. Da estupidez. Da minha estupidez. Como se a mesma fosse a sabedoria que tantos buscam mas poucos alcançam.

No banco de trás exaltam-se os ânimos e eu, no banco da frente, contenho-me para que não cessem os risos nem se calem as vozes distintas e enérgicas.
Recordo que em tempos foi minha uma das vozes no banco de trás. E permaneço no banco da frente Mergulhada em recordações e numa aparente apatia até que os risos de banco de trás me tragam de volta... 

 

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